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Pesquisadora confronta trabalho e capital em agroindústria

04/06/2012

A relação trabalho e capital, aplicadas ao caso concreto da indústria da alimentação, as denúncias sobre a situação de trabalho no setor, as sequelas funcionais, a falta de assistência e as contradições na visita a agroindústria Seara Alimentos-Marfrig foi um das avaliações resultados da pesquisa realizada na empresa e sindicato da categoria no final de maio em Forquilhinha.  O relato foi efetuado pela professora do IFC de Sombrio e doutoranda em Geografia pela UFSC, Leila Maria Vasquez Beltrão que esteve com seu orientador professor Dr. Marcos Aurélio da Silva visitando os locais.  Segundo Leila, a sua pesquisa enfoca os processos industriais instalados em cidades de pequeno porte do sul de Santa Catarina, como é o caso  de Forquilhinha que sedia a Seara Alimentos.

 “O meu objetivo específico foi conhecer o funcionamento e as especificidades dessa unidade industrial no que se refere à produção, atuação, mercados, fontes de matérias-primas, força de trabalho, relações econômicas com a cidade e a região, entre outros aspectos”, explica.

 O grupo todo conheceu  o processo de produção (abate e processamento) da carne de aves. Buscou-se ainda obter informações sobre os mais diversos aspectos, como o histórico do grupo SEARAMARFRIG e da unidade de Forquilhinha, as fontes de matérias-primas, os mercados de destino da produção, as relações e condições de trabalho, a inserção regional, a posição da empresa frente a aspectos de ordem macroeconômica nacional e internacional, a aplicação de tecnologias poupadoras de mão de obra, o perfil técnico das linhas de produção, entre outros.

“Nosso contato se restringiu, basicamente, a profissional designada pela empresa para fazer o acompanhamento do grupo e que, por tal, foi portadora da visãodiscurso institucional. A visita ao processo de produção já permitiu observar um hiato existente entre o “discurso” e as condições reais de produção e trabalho. Tal cotejamento foi aprofundado com as informações prestadas pelo SINTIACR permitindo compreender melhor como se estruturam as relações entre o capital e o trabalho e o grau de exploração ao quais os funcionários estão submetidos.

 

 

 

A relação trabalho e capital, aplicadas ao caso concreto da indústria da alimentação, as denúncias sobre a situação de trabalho no setor, as sequelas funcionais, a falta de assistência e as contradições na visita a agroindústria Seara Alimentos-Marfrig foi um das avaliações resultados da pesquisa realizada na empresa e sindicato da categoria no final de maio em Forquilhinha.  O relato foi efetuado pela professora do IFC de Sombrio e doutoranda em Geografia pela UFSC, Leila Maria Vasquez Beltrão que esteve com seu orientador professor Dr. Marcos Aurélio da Silva visitando os locais.  Segundo Leila, a sua pesquisa enfoca os processos industriais instalados em cidades de pequeno porte do sul de Santa Catarina, como é o caso  de Forquilhinha que sedia a Seara Alimentos.

 “O meu objetivo específico foi conhecer o funcionamento e as especificidades dessa unidade industrial no que se refere à produção, atuação, mercados, fontes de matérias-primas, força de trabalho, relações econômicas com a cidade e a região, entre outros aspectos”, explica.

 O grupo todo conheceu  o processo de produção (abate e processamento) da carne de aves. Buscou-se ainda obter informações sobre os mais diversos aspectos, como o histórico do grupo SEARAMARFRIG e da unidade de Forquilhinha, as fontes de matérias-primas, os mercados de destino da produção, as relações e condições de trabalho, a inserção regional, a posição da empresa frente a aspectos de ordem macroeconômica nacional e internacional, a aplicação de tecnologias poupadoras de mão de obra, o perfil técnico das linhas de produção, entre outros.

“Nosso contato se restringiu, basicamente, a profissional designada pela empresa para fazer o acompanhamento do grupo e que, por tal, foi portadora da visãodiscurso institucional. A visita ao processo de produção já permitiu observar um hiato existente entre o “discurso” e as condições reais de produção e trabalho. Tal cotejamento foi aprofundado com as informações prestadas pelo SINTIACR permitindo compreender melhor como se estruturam as relações entre o capital e o trabalho e o grau de exploração ao quais os funcionários estão submetidos.

 

 

 

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