Impasse na negociação do arroz
23/06/2017
Segue sem fechamento a negociação dos trabalhadores do arroz. Na terceira rodada realizada dia 22, eles rejeitaram os 3,99% do INPC do período e o banco de horas única proposta oferecida pela indústria e cooperativas de arroz do sul do estado. São cerca de 1.500 profissionais na região. A categoria reivindica o INPC de 3,99%, mais 2% de aumento real, o abono de férias de R$ 755,00, um salário da categoria e melhoria nas condições de trabalho. O presidente do Sindicato dos Trabalhadores nas Indústrias da Alimentação de Criciúma e Região (Sintiacr), Célio Elias, disse que não tem como aceitar somente o percentual sem um melhor acordo que valorize os trabalhadores. “Na próxima semana marcaremos uma nova negociação para buscarmos avançar na proposta”, pontuou Célio”. A data-base é 1º de maio.
