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Economia em crescimento favorece as negociações coletivas, avalia supervisor do Dieese

15/07/2011

A conjuntura é favorável para as negociações coletivas, a inflação está sob controle e a economia está crescendo. Junção que cria um bom clima para as negociações. No setor da alimentação, destacando as agroindústrias, a demanda é maior que a oferta e esse é um diferencial importante. A faixa de emprego negativa ajuda nas campanhas salariais, sem esquecer a diferença estrutural da aceitação dos alimentos dentro e fora do país. A renda das pessoas vem crescendo e a capacidade de comprar alimentos aumenta pela “inclusão” deste grupo, que está consumindo mais. Esta foi à avaliação de José Álvaro Cardoso, supervisor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) do Estado, no planejamento da Campanha Salarial Unificada das agroindústrias pelos sindicatos da região de Criciúma e Jaraguá do Sul, em Santa Catarina e Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, realizado hoje (15) em Nova Veneza. O economista mediou à análise de conjuntura, frisando os principais pontos para as negociações entre as empresas e os trabalhadores. Célio Elias, novo presidente do Sindicato, fez coro aos dados do Dieese, mas lembrou que mesmo com a conjuntura econômica favorável, sem a mobilização da categoria as negociações não avançam. O enganhamento de todos será fundamental, disse. No encontro, os 13 dirigentes sindicais avaliaram a última campanha. O presidente do Sindicato de Jaraguá do Sul, Sérgio Eccel, afirmou esse ano ela deve avançar com mais agilidade nas negociações. Na última campanha ela retrocedeu, foi muito demorada e chegou um momento que desgastou ambas as partes e isso prejudica os trabalhadores. Para Sergio Bolzan, presidente do Sindicato de Sidrolândia (MS), a unificação das campanhas contribuiu para novas conquistas e  na troca de experiência na atuação sindicato que é novo, iniciou em 2002. Estamos crescendo em termos de organização da categoria, além de termos tido vitorias importantes nos ganhos reais e piso no ano passado. Para esse ano querendo avançar nesta questão e nas cláusulas sociais, lutando por beneficio que tem aqui na região e não temos lá, explicou.

 

 

 

 

A conjuntura é favorável para as negociações coletivas, a inflação está sob controle e a economia está crescendo. Junção que cria um bom clima para as negociações. No setor da alimentação, destacando as agroindústrias, a demanda é maior que a oferta e esse é um diferencial importante. A faixa de emprego negativa ajuda nas campanhas salariais, sem esquecer a diferença estrutural da aceitação dos alimentos dentro e fora do país. A renda das pessoas vem crescendo e a capacidade de comprar alimentos aumenta pela “inclusão” deste grupo, que está consumindo mais. Esta foi à avaliação de José Álvaro Cardoso, supervisor do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) do Estado, no planejamento da Campanha Salarial Unificada das agroindústrias pelos sindicatos da região de Criciúma e Jaraguá do Sul, em Santa Catarina e Sidrolândia, no Mato Grosso do Sul, realizado hoje (15) em Nova Veneza. O economista mediou à análise de conjuntura, frisando os principais pontos para as negociações entre as empresas e os trabalhadores. Célio Elias, novo presidente do Sindicato, fez coro aos dados do Dieese, mas lembrou que mesmo com a conjuntura econômica favorável, sem a mobilização da categoria as negociações não avançam. O enganhamento de todos será fundamental, disse. No encontro, os 13 dirigentes sindicais avaliaram a última campanha. O presidente do Sindicato de Jaraguá do Sul, Sérgio Eccel, afirmou esse ano ela deve avançar com mais agilidade nas negociações. Na última campanha ela retrocedeu, foi muito demorada e chegou um momento que desgastou ambas as partes e isso prejudica os trabalhadores. Para Sergio Bolzan, presidente do Sindicato de Sidrolândia (MS), a unificação das campanhas contribuiu para novas conquistas e  na troca de experiência na atuação sindicato que é novo, iniciou em 2002. Estamos crescendo em termos de organização da categoria, além de termos tido vitorias importantes nos ganhos reais e piso no ano passado. Para esse ano querendo avançar nesta questão e nas cláusulas sociais, lutando por beneficio que tem aqui na região e não temos lá, explicou.

 

 

 

 

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