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Agroindústrias sinalizam 1% e trabalhadores ameaçam parar dia 16

11/11/2011

Os mais de 4 mil trabalhadores das agroindústrias da região rejeitaram o índice de 1% de ganho real e podem parar as atividades, iniciando pela Agrovêneto dia 16. Na proposta, negociada em três rodadas, as empresas Seara-Marfrig, de Forquilhinha e Agrovêneto, de Nova Veneza ofereceram 8,5% de aumento global e a Tramonto, de Morro Grande 8,3%. O INPC do período está acumulado em 7,30% e a categoria reivindica 8% de ganho real além da inflação. A data-base é 1º de outubro. A proposta foi rejeitada em assembleia com votação secreta realizada até a madrugada de hoje (11) na Agrovêneto. Segundo o presidente do Sindicato da Alimentação de Criciúma e região, Célio Elias, esse percentual é vergonhoso e dissemos NÃO a essa proposta que irrita os trabalhadores e que estão mobilizados para parar. Essa semana já pararam alguns minutos o setor de produção da Agrovêneto, afirma Célio.
Os trabalhadores lutam ainda por 8% de ganho real nos salários, 2% de reajuste salarial a cada ano de trabalho e piso salarial de R$ 980,00 e a prevenção das doenças ocupacionais: Duas horas fora da linha de produção quando o trabalhador retorna do beneficio, tempo de exposição na linha de produção de 6hs diárias e de no máximo 36 hs semanais. Nas demais reivindicações estão: licença maternidade de 180 dias; adicional noturno de 50%; cesta básica no valor de R$ 115,00; auxilio creche de 50% salário mínimo; aviso prévio de 60 dias para quem tem mais de quatro anos, e 90 dias acima de oito anos de empresa entre outros. A pauta com cerca de 20 itens foi entregue na primeira semana de setembro à direção das agroindústrias.


 

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